22/02/2010

Sombra da dúvida.

Postado por Giovanna Rímoli. às 01:43 0 comentários
Eu de cabeça na lua e pernas para o ar, penso na vida tranquilamente, como se estivesse congelada, naquele momento que eu estava vivendo.
Despreocupada sabendo que nada podia me atingir, cochilei, e entrei no meu maior pesadelo.
Lá encontro a minha paz, o meu perfeito paraíso, aonde só eu sei o quanto é bom e faz bem para alma.
Perdida na minha mente, no meio de tanta besteiras e insanidades, reflito, sobre o que mais poderia acontacer, naquele momento, naquela vida.
Com nada a perder, fiz apostas comigo mesma do que poderia estar acontecendo, da sociedade gritando lá fora e eu totalmente alienada.
Até a alienação me fazia bem, sentia um vazio, aonde no canto, encontrava uma dúvida, na verdade só a sombra da dúvida.
Pequenas perspectivas, porém grandes sonhos, que ainda estavam ali, por mais distantes, estavam concretos.
E eu pensava, ainda mais, me intrigando como aconteceu, como eu poderia ter me perdido tão facilmente. Seria doença?
Se cheguei no fundo do poço só me resta subir! Essa era a maior esperança, pois a cada canto que eu olhava eu não via a luz e nem aonde agarrar.
Em outro mundo e em outra dimensão, sem conhecer ninguém, e do que mais temia, era conhecer o desconhecido.
Pego meu violão, olho para o nada, pois não havia horizonte, e nem precipicios, fiquei ali, encolhida, só esperando a próxima cena, o próximo capítulo me levar para onde a minha mente permitir.

07/02/2010

O que te faz feliz?

Postado por Giovanna Rímoli. às 04:21 0 comentários
Olhar para o teto o dia inteiro. Tocar um instrumento e ter dor nos dedos no final do dia. Ouvir música e pular pelos cantos da casa.
Ah, qualquer coisa desde que você fique feliz, claro.
Por isso me permiti isso hoje...

05/02/2010

Admiração e respeito.

Postado por Giovanna Rímoli. às 21:10 1 comentários
Um jeito sério de andar, um olhar penetrante, mas sempre de bom humor e educadissímo. Autêntico, único e inequesível, passava pelos corredores sossegado. Lembro de quando ele entrou na classe a primeira vez, na 5ª série, se apresentando como professor de História, uma matéria que nunca tive o dom para entender. Eu, aluna nova, ele teve o mérito de me incluir e de sempre me elogiar. As explicações parecem músicas, que eu tenho prazer em ouvir, que minha mente absorve facilmente. Adoro o jeito diferente de ensinar a matéria, sempre interpretando, fazendo caras e bocas e fazendo com que nós nos divertimos. Sempre dá a liberdade para eu expressar as minhas mais loucas teorias e opiniões. Eu admiro o jeito de como ele olha a vida. Tenho orgulho de ser aluna dele, de poder ter a honra de ainda participar das suas aulas magníficas. A voz forte que eu sempre escutava do corredor, as melhores lembranças.
Carlos Alberto Prado, eu te amo muito, meu divo, eu agredeço por você ter marcado tanto na minha vida, por ser incrível e muito especial. Você além de tudo, é eterno.
Divo, é para poucos, e você pode se considerar um.
 

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