18/12/2009

Ah, se eu fosse falar do natal...

Postado por Giovanna Rímoli. às 13:07 0 comentários
É um certo vale tudo. Seria um mismo de coisas boas nas lembranças doces da infância e um cigarro barato e intragável hoje em dia. Hesitei pra rabiscar sobre, mas cheguei em apenas uma conclusão: O que seria do natal se não fosse o comércio? Posso falar por mim, a parte boa são os presentes.
Vamos combinar que não é por causa da harmonia, da risada, do estar junto. Não! Pelo menos não posso dizer pela minha família. A realidade é: Tenho fobia de natal.
Porque? Porque todo ano a cúpula se junta pra falar mal de todos, porém no natal a política do tapinha nas costas funciona, e muito bem. Um falso moralismo anual.
Odeio também, aquele defunto de leitoa fedorenta em cima da mesa, aquele calor desgraçado e povo enchendo a pança. Aliás, é nojenta tanta fartura, comem que nem porcos.
Os meus primos e minha irmã enfeitiçados esperando o querido Papai Noel, que demora para chegar e passa tão rápido, porque para eles depois que desebrulhou o presente, já era, estão na contagem regressiva para o ano que vem.
Eu no meu canto com o Ipod tentando me concentrar para não perceber a presença de ninguém, até pra me poupar.
Falta menos de um mês, e todos -com certeza- já estão com os presentes comprados, a leitoa encomendada e a champagne guardada.
E então, que na última semana de prova o padre vem me falar de menino jesus... PORFAVOR.

Simulado - aquela tensão instantânea ou não .

Postado por Giovanna Rímoli. às 13:00 0 comentários
Aquele calor infernal típico de verão, mosquitos na janela, garrafa de água do lado da cama e dormir cedo para o outro dia.
A tensão não permite, ansiedade e nem o calor, tudo isso te deixa mais 'apavorada' para o provão que te espera, ou seja aquele provão que se depender dele você bomba seu ano.
Como nada ajuda pra melhorar sua nota, você obviamente acaba indo mal.
Chegando na sala da prova, tudo em ordem alfabética, e só nerds do seu lado aparentemente tranquilos e acostumados para aquilo.
Me sinto super mal sem meu grupo, sem meus amigos e aquele bando de estranho me olhando e com certeza me julgando pela minha aparência, apesar de eu também está achando rídiculo o jeito deles, meio mortos e com cara de bosta.
Para ter um clima mais leve tentei puxar papo com a da frente elogiando a fivela de cabelo, mais não deu certo, foi aí que a mal encarada perguntou se eu realmente esperava alguma chance de cola, eu claro tentei ser o mais educada possível, pois não queria que minha nota caisse mais do que já está baixa, então respondi que eu iria precisar, mas não necessariamente dela.
Depois dessa entrou minha professora na classe, não imaginava que ela estaria alí, na minha sala aplicando a prova e ajudando a me deixar um pouco mais tensa, pois eu sabia que nas provas dela nunca consegui colar com sucesso, e nessa também não conseguiria.
Como sou ótima para contar causos e relatos dramáticos, dei uma sossegada pois a redação salvaria um pouco a minha pele.
Com a cabeça na lua, deu o bendito e esperado horário do simulado. Você via de tudo, atrasados correndo pelos corredores, descabelados que pularam da cama e meus amigos indo pra classe ao lado fazer a prova e acenando pra mim. Isso me deixou um pouco melhor, sentindo o carinho que eles tem por mim, mas mesmo assim muito chateada por não estar na classe deles.
Na hora que deu o sinal de ínicio, cai na risada, todos aqueles fazendo os mesmo movimentos e gestos antes de começar a prova, parecia um alongamento, um ritual, parecia tudo muito ensaiado.
Chegaram os fiscais perguntando se eu queria anular a minha prova. Sem conseguir parar de rir e a classe toda olhando pra mim, fiquei sem graça, mas estava nem aí. Respondi que queria muito tentar ir bem.
Fui a primeira a acabar a prova, levei um esculacho, mas mesmo assim não tinha mais paciência e condições emocinais para resolver aqueles problemões de matamática absurdos.
Antes do prazo minímo, que faltava 40 minutos, fiquei lá, olhando e observando mais coisas nos bonecos enfeitiçados pela prova, não conseguia manter a minha cabeça virada pra frente e começei a bisbilhotar pelo canto do olho as pessoas, não satisfeita e muito empolgada começei a virar a minha cabeça, com a bunda quadrada já, apenas tinham passado 10 minutos, desde que entreguei o gabarito passado a limpo. Aqueles 10 minutos da eternidade, aqueles 10 minutos, os piores da minha vida, aqueles 10 minutos que tinha esquecido já passar em outros simulados.
A tão esperada alerta pro primeiro tempo deu, claro que minha classe tinha que ser a última a ser liberada.
Sai voando da classe, ou melhor a única da classe que saiu no primeiro tempo, a única da classe que não tinha estuado, a única que estava de saco cheio de provas, simulados e enfis, a que precisava de férias.
Não conseguindo andar direito com a bunda dormente, sai mancando, e tentando achar meus amigos.
Fui arrastando pra fora do colégio, e o segurança me avisa que tinha horário pra liberar, aquele calor e aquela multidão, não estava me segurando e nem me convencendo a ficar na escola.
Cheguei em casa, o gabarito prometido e esperado, só foi sair duas horas depois.
Calma, mas não tão calma, fiquei esperando, porque depois eu iria no barzinho com meus amigos curtir um pouco e aliviar.
Só sei de uma coisa, o tal gabarito saiu, fiquei na média, e graças a não ter estudado passei.
Passei suadamente e chutando a maioria das respostas, foi digno, passei com orgulho de ser quem eu sou, colando ou não, reclamando ou não, quase sendo expulsa.
Simulado é a pior sensação que temos enquanto batalhamos para o futuro esperado.

10/11/2009

primeiro.

Postado por Giovanna Rímoli. às 08:24 0 comentários
Ah, se o primeiro post nascesse de um dia queu estivesse bem... Mas não, então vou começar me apresentando.
- Todo mundo sabe que eu sai do noite-chuvosa, porque cansei. (pois é) -
Pode me chamar só de Lola, é mais simples e prático. Moro longe de você, gosto de muita gente, mas amo poucas, odeio falsidade e preconceito. Sou muito, mais muito ansiosa e prefiro chuva do que sol, inverno do que verão, ficar ouvindo música do que vendo tv, uso meias em dias quentes e durmo de camisola em dias frios, sou viciada em doces, amo confetis e barra de cereais. Mas, queria ser malhada e seduzir geral, mas malhar não é minha praia, aliás, detesto praia, não pelo mar, areia e tal, mas porque eu não me sinto a vontade com o calor que sentimos quando vamos na mesma. Também queria ser rica e viajar pelo mundo com meus BFF’s lindos e com mais uma galera, mas calma, a mega sena ainda tá acumulada né?  Minha família é meio perdida da vida, mas amo todos eles, sem exceções, até mesmo porque, ninguém é perfeito. Sou muito ciumenta admito, mais não demonstro isso de forma alguma, não gosto, realmente. Tenho meu estilo, odeio copias, mal feitas então nem comento! Odeio posers, não vou com a cara de playssons e cocotinhas, sério. Não gosto de grupinhos, na minha opinião são só pessoas que querem chamar atenção. E se um dia você tiver alguma coisa pra falar sobre mim ou sobre o meu estilo, pode falar na minha carinha linda mesmo, não, eu não vou te bater, gritar, julgar e muito menos te processar, porque claro que você não falou por mal, as pessoas sempre magoam, machucam, ferem, por bem né, acho isso uma coisa hm incrível.
 

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