É um certo vale tudo. Seria um mismo de coisas boas nas lembranças doces da infância e um cigarro barato e intragável hoje em dia. Hesitei pra rabiscar sobre, mas cheguei em apenas uma conclusão: O que seria do natal se não fosse o comércio? Posso falar por mim, a parte boa são os presentes.
Vamos combinar que não é por causa da harmonia, da risada, do estar junto. Não! Pelo menos não posso dizer pela minha família. A realidade é: Tenho fobia de natal.
Porque? Porque todo ano a cúpula se junta pra falar mal de todos, porém no natal a política do tapinha nas costas funciona, e muito bem. Um falso moralismo anual.
Odeio também, aquele defunto de leitoa fedorenta em cima da mesa, aquele calor desgraçado e povo enchendo a pança. Aliás, é nojenta tanta fartura, comem que nem porcos.
Os meus primos e minha irmã enfeitiçados esperando o querido Papai Noel, que demora para chegar e passa tão rápido, porque para eles depois que desebrulhou o presente, já era, estão na contagem regressiva para o ano que vem.
Eu no meu canto com o Ipod tentando me concentrar para não perceber a presença de ninguém, até pra me poupar.
Falta menos de um mês, e todos -com certeza- já estão com os presentes comprados, a leitoa encomendada e a champagne guardada.
E então, que na última semana de prova o padre vem me falar de menino jesus... PORFAVOR.
18/12/2009
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