05/06/2011

Postado por Giovanna Rímoli. às 00:07
Caminhava com a minha mãe pelas ruas do bairro em um dia estranho, que de repente ficou escuro, cinza; não era um cinza bonito como o moletom que acabei de olhar em uma vitrine, era opaco, feio e com cara de desgosto.
Mesmo com o céu feio que estava me irritando, eu tinha um problema maior: Encontrar algo diferente e surpreendente para começar o meu projeto de fotografia.
A cada vitrine que eu passava mais tristeza por trás das lentes grossas dos meus óculos se acumulava. Tudo tão igual e monótomo que nem parecia que eu tinha saído do lugar, credo!
Passei em uma casa velha e judiada com o tempo nos últimos anos, feia e diferente, algo de legal me atraía ao contrário de todas as vitrines bonitas e modernas. Olhei a placa e estava escrito ''Brechó''. Era uma placa artesanal com a letra feia, parecida com a minha; ah, me identifiquei tanto!
Lembrei do gosto de infância e das histórias vintage da minha avó e viajei sem entrar no brechó, achei o tema mais lindo e antiquado da vida, mas que me faria feliz.
Ainda descobri o quanto era importante os pequenos momentos da vida que transformam-se em projetos e coisas significativas no futuro.
E assim afundei no tema de tantas lembranças..

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